30/08/2009

paranoia [post -15]

minha paranoia não foi um coportamente adquirido, seja por meios endógenos ou exógenos. acho que desde pequeno sou assim (e provavelmente puxei isso da minha mãe, que sempre achava que falavam dela quando cochichavam). mas eu tenho uma certeza, e não duvidem de mim, que esse lance tem por trás muita sensibilidade.

não que todo mundo esteja falando de mim quando cochica, se bem que dá pra duvidar disso, mas o desenho das coincidências é uma da poucas coisas que ainda me fazem rir.

sampaulo tem, se eu não tiver enganado (e acho que vocês acham que eu tou), umas 13 milhões de cabeças. isso torna improvável qualquer encontro/esbarramento/pechada improváveis. mas a teoria dos jogos está aí (treme, russel crowe) e nenhuma combinação pode ser descartada.

vocês devem estar se perguntando onde quero chegar, mas, azar, não quero chegar a lugar nenhum. já falei do desenho das coincidências e isso basta. mas a pior merda é se sentir um guri de 6 anos, indeciso frente aos lápis de colorir.


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